João Ouvinha

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PARA MIM O GALEGO É MUNDIAL porque o 99% que fala, escreve e pensa em galego mora fora da Galiza: África, América, Europa e Ásia.
“E se mais mundo houvera lá chegara” (Camões)

 

João Ouvinha

 

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  • Roberto Moreno

    Como nasceu a língua “portuguesa”
    Por, Roberto Moreno

    Colocações factuais e históricas.

    1 – «O certo é que as línguas não podem ter nascido por convenção já que, para se porem de acordo sobre as suas regras os homens necessitariam de uma língua anterior; mas se esta última existisse, por que razão se dariam os homens ao trabalho de construir outras, empreendimento esforçado e sem justificação?» (Umberto Eco)

    2 – Por volta de 1288, o sexto rei de Portugal, D. Dinis, oficializou o uso do português para a redação dos documentos administrativos e para o governo, eliminando a palavra Galego, por razoes sociopolíticas. – D. Dinis adotou uma língua própria para o reino, tal como o seu avô, D. Afonso X, fizera com o castelhano a partir de
    1252, também eliminando a palavra Galego, pelas mesmas razoes politicas (embora, ambos os Reis, continuassem a utilizar o Galego em suas poesias). – Em 1296 o português passou a ser usado não só na poesia, mas também na redação das leis e pelos notários. – Portanto, e como reza a história, e diante dos fatos – a língua portuguesa foi criada por Decreto e, o Galego, fonte do português e castelhano, foi “banido”.

    3 – O conceituado historiador, Alexandre Herculano, em 1874, disse: “A Galiza deu-nos população e língua, e o português não é senão o dialecto galego, civilizado e aperfeiçoado”
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    Diante destas três colocações, reais e históricas, o Projeto Geolíngua se propõe a homenagear os Reis D.
    Dinis e D. Afonso X, no âmbito de, ambos, terem criado as duas primeiras “marcas brancas” do mundo, a 8 Séculos atrás, nomeando de português e castelhano, o Galego.

    Proposta de Roberto Moreno:

    Para não ferir susceptibilidades, quer de Portugal quer do Brasil, proponho uma palavra neutra e universal, para designar o Galego luso-brasileiro de: GEOLÍNGUA. (para não ser Esperanto II)

    GEOLÍNGUA (língua da terra) é, exactamente uma “nova marca branca”, para o Século XXI, 8 Séculos após, à criada por D. Dinis o rei Sábio e, Justo.

    A Fundação Geolíngua, após minuciosa investigação cientifica, desde 1-1-1992, designa o Galego luso-brasileiro, que se fala nos dias de hoje, como a única língua natural (desde o Século XIII) capaz de “substituir” o
    Esperanto (língua artificial criada em 1887) e o inglês, (pseudo língua universal) cuja aprendizagem, promove o monoglotismo, principalmente, no anglófono.

    Via estudos filológicos, fonéticos e orais, a percentagem necessária para que uma língua seja diferente de uma outra, é de 20%. – A diferença entre o português de Portugal e o galego, hoje, fica nos 7%, e, entre o português e o “brasileiro” fica nos 3%, portanto e, nesta base histórica e científica, a língua portuguesa nasceu “simbolicamente”, em 1214 via o Testamento de D. Afonso II e foi “separada” do galego, por Decreto, em 1297 por D. Diniz (sexto rei de Portugal e, supostamente, primeiro rei alfabetizado) numa situação geopolítica e sociocultural totalmente compreensível e necessária, na época, pois, Portugal estava à delimitar fronteiras e se formar como um Pais independente do Reino de Castela e Leão (Espanha) e, por estratégia geopolítica, não ficava bem continuar a ter o Galego como língua de Portugal, daí esta “separação”, sábia e politica. – Portanto, surge a 8 Séculos atras, a primeira “marca branca do mundo” – a língua portuguesa, tendo como fornecedor – o Galego.

    E, nesta perspectiva o Galego (com sotaque luso-brasileiro) é – desde 1214 a primeira língua do mundo, segundo dados apresentados pela Fundação Geolíngua, com base cientifica e histórica. – O fato (facto) é: o “português”
    entende 90% do espanhol, 50% do italiano e 30% do francês, sem qualquer dificuldade (pelo menos, na linguagem escrita) e une, para já e, a partir do espanhol – 800 milhões de pessoas em 30 países nos 5 continentes e – se acrescentar o italiano ultrapassa os 900 milhões, superando o inglês e o mandarim, com a
    vantagem de – o “português” possuir, alem do aspecto quantitativo, também o qualitativo, geopolítico e geoeconómico, em simultâneo, o que não é encontrado em nenhuma outra língua do planeta.

    Sugiro escrever no Google o seguinte: – Roberto Moreno+Verbos e Letras – E, o financiamento para todos os GEO projetos virá através do conceito de ENDOECONOMIA, detalhado a partir do minuto 31, desta entrevista – http://www.youtube.com/watch?v=aisI7SEry4c
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    Outras entrevistas realizadas com Roberto Moreno:

    Televisão SIC, em 1997:
    http://www.youtube.com/watch?v=NfJ6W7k__1I

    Televisão RTP, em 2004:
    http://www.youtube.com/watch?v=OhW0YSmLXt8&feature=channel_video_title

    Rádio RDP, em 20-4-2010:
    http://www.youtube.com/watch?v=g43iGYQTglo&feature=relmfu

    Rádio RDP, em 19-5-2011:
    http://www.youtube.com/watch?v=QHfCv7mMgn8&feature=relmfu

    Rádio Antena 3, em 5-11-12:
    http://www.rtp.pt/play/p260/e98295/prova-oral

    Rádio RDP, em 27-7-2012:
    http://www.rtp.pt/play/p865/e88934/forum

    O projeto Geolíngua na Assembleia da Republica de Portugal em 2012:
    http://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalheAudiencia.aspx?BID=93604

    Financiamento para viabilizar e auto-sustentar os GEO projetos, futuros:
    ENDOECONOMIA – http://www.academia.edu/4259082/ENDOECONOMIA_-_um_novo_conceito_

    Fundação Geolíngua:
    https://www.academia.edu/5325326/Fundacao_Geolingua

    Palestra na Academia das Ciências de Lisboa:
    http://www.academia.edu/4163297/A_Lingua_Portuguesa_no_Mundo_por_Roberto_Moreno